oromo
terça-feira, agosto 29, 2006
Teus seios são
Suave delinear no teu corpo nu
O que queima cada vez mais
Dê alegra ao meu ser
segunda-feira, agosto 28, 2006
Tempo lento,
quanto mais penso,
menos capto.
Se não pego isso
que me passa no íntimo,
importa muito?
Rapto o ritmo.
Espaço tempo ávido,
lento espaço dentro,
quando me aproximo,
simplesmente me desfaço,
apenas o mínimo
em matéria de máximo
domingo, agosto 27, 2006

Não confudamos a coragem com temeridade,com o amor que não vê os risos, com impulso superficial. A coragem é uma virtude moral e social.Munidos com esta virtude exercitamos as nossas capacidades mais elevadas em situações difícies, angustiantes para nós e para os outros, conservando a mente lúcida e o coração seguro. Enfretamos as adversidades com força de espírito e sentido de responsabilidade. Espero bem que todos os seres humanos deste planeta terra vejam isto duma forma tão lúcida,em aprofundar e renovar-se interiormente.
sábado, agosto 26, 2006

sexta-feira, agosto 25, 2006
Os seres humanos de certa forma possuem uma boa opinião acerca da sua personalidade,e que por vezes pensam que merecem mais do que aquilo que alcançaram.Mas geralmente temos este pensamento para nós e muita das vezes confessamos quando estamos sozinhos,no silêncio da nossa alma.Pelo contrário, quando estamos em contacto com os outros,quando normalmente devemos confrontar com eles,num concurso ou num debate,sentimo-nos muitas vezes inferiores, inadequados, temos medo de não conseguir, tornamo-nos tímidos.Esta timidez por vezes serve-se de um mecanismo de defesa que nos trava, para não irmos ao encontro de uma desilusão ou uma frustação. Portanto nestas situações existem pessoas que elaboram uma estima em relacção a elas próprias de uma forma exagerada.Algumas elaboram para compensarem frustações infantis,outros invés disso são demasiados elogiados e apaparicados,outros ainda porque até tiveram algum sucesso,conseguiram sobressair e convenceram-se de que valem mais que os outros.Resultado destas situações é que depois as pessoas reagem com presunção e arrogância.
Vejamos então como são estes tipos de pessoas:
Uma pessoa presunçosa convence-se de que tem capacidades que não possui, e auto elogia-se.Muita das vezes revelam-se logo pelo modo como falam,com uma voz sempre demasiada alta,ou a partir do modo como entram nas nossas casas,com um passo pesado,colocando as suas coisas onde calha. O resultado é uma figura desagradável,embaraçante,, que promete mais do que na realidade sabe fazer. Uma figura às vezes um pouco patética,porque é cheia de boa vontade e de iniciativa,mas que ao admitir os erros não sabe corrigir. E então, o arrogante não tem em conta as outras pessoas,as suas idéias, a sua sensibilidade, as suas armadilhas. Porque não ouve as sugestões,trata mal as pessoas inteligentes que podem ajuda-lo,atribui a culpa dos insucessos aos outros e acaba por criar uma atmosfera tensa e irrespirável. Apresunção e a arrogância torna-se tanto mas perigosas quando realmente há crescimento do poder e diminuição do controlo. E eu chego a conclusão que amaioria das injustiças,ganâncias,burocracias que surgem neste mundo é devido apessoas deste género que tratam os outros como vermes, a não ser que a proposta reverta a seu favor.
quinta-feira, agosto 24, 2006
Claro que será imediatamente decidido por nós, tão simples que concerteza não irá criar nenhum inconveniente.Mas de certa forma vai surgindo pensamentos cheios de dúvidas na medida em que caminhamos sem destino.
Olha! tu que caminhas,o que pensas dessa caminhada?
Terás tu que partir dessa forma injusta e dispendiosa?
Oh!! não,não..,
Não vamos tirar conclusões precipitadas em algo que realmente não fomos predestinados.
Tu fazes o teu destino relativamente ao que irás fazer durante este percurso.
Somos seres humanos capazes de dissimulação, e isto não se trata de vestir de modo que se pareça ser outro.Ès tu! e serás tu mesmo sem vantagem de dissimular enquanto percorres, ao alcanço do teu destino se é que tu chamas isso como tal.
Propriamente dito por todos nós, ficamos a saber que sempre será tomado como um provérbio vulgar "só tu é que fazes o teu destino".
Ele será o caminho que tu percorreres até saberes que realmente o alcançaste .
Mas será que estás preparado para tal caminhada?
Olhe! que o percurso é interminável;
Decide-te se consideras-te capaz de o fazer;
Dizes que faz parte da nossa vida escolhermos o que realmente é melhor pra nós!
Mas que espécie de seres somos nós que chegamos a um ponto empírico?
Tornamo-nos emperistas de certa forma;
Porque somos contaminados por uma dormência na tomada de decisões conclusivas a respeito da nossa caminhada em busca de uma vida digna.
Portanto não vais caminhar sem te importares pelas consequências que vão aparecendo durante o percurso.Mas sim! saberás que ès responsável pelos teus actos, e simplesmente saberás o que fazeres ao que vier te acontecer.
Seja um ser humano digno do que realmente mereces ser ou pela forma tão cuidadosa em analisar os factos sucedidos.
Oh!! não;
Não pensem demasiadamente neste assunto pelos caminhos a percorrer porque se tu o fizeres, farás com que seja uma fatalidade.
Digo e torno a dizer nada de fatalismo!! não quero que mente nenhuma seja contaminada até ao ponto de levar-nos à disilusão premeditada.
Faremos o que estiver à medida das nossas capacidades,sem sentirmo-nos limitados nos nossos objectivos, mas isso só dependerá de nós.
É simplesmente imaginativo ou por outra pensamos que não somos capazes de alcançar algo que satisfaça os nossos desejos limitamo-nos,permanentemente ao conformismo. Olha! nós seres humanos somos ilustres de alcançar tudo que desejamos, de momento que sejamos nobres de sentimentos,ideias e provavelmente uma boa reflexão nos nossos actos.Por isso percorra esses caminhos sem ansiedade nenhuma, que lá saberás o que irás fazer se realmente fores responsável pelos teus actos.
quarta-feira, agosto 23, 2006
Arte é Visão
Só com muita fé poderiam nos contestar o direito de empregar a palavra SURREALISMO no sentido muito particular em que o entendemos, pois está claro que antes de nós esta palavra não obteve êxito. Defino-a pois uma vez por todas. SURREALISMO, s.m. Automatismo psíquico puro pelo qual se propõe exprimir, seja verbalmente, seja por escrito, seja de qualquer outra maneira, o funcionamento real do pensamento. Ditado do pensamento, na ausência de todo controle exercido pela razão, fora de toda preocupação estética ou moral. O Surrealismo repousa sobre a crença na realidade superior de certas formas de associações desprezadas antes dele, na onipotência do sonho, no desempenho desinteressado do pensamento. Tende a demolir definitivamente todos os outros mecanismos psíquicos, e a se substituir a eles na resolução dos principais problemas da vida. Deram testemunho de SURREALISMO ABSOLUTO os srs. Aragon, Baron, Boiffard, Breton, Carrive, Crevel, Delteil, Desnos, Eluard, Gerard, Limbour, Malkine, Morise, Naville, Noll, Péret, Picon, Soupault, Vitrac. Parece que são, até agora, os únicos, e não haveria engano, não fosse o caso apaixonante de Isidore Ducasse. E certamente, não considerando senão superficialmente seus resultados, bom número de poetas poderiam passar por surrealistas, a começar por Dante, e, em seus melhores dias, Shakespeare. No curso das diferentes tentativas de redução, em que empenhei, do que se chama, por abuso de confiança.
O espírito do homem que sonha se satisfaz plenamente com o que lhe acontece. A angustiante questão da possibilidade não mais está presente. Mata, vi mais depressa, ama tanto quanto quiseres. E se morres, não tens certeza de despertares entre os mortos? Deixa-te levar, os acontecimentos não permitem que os retardes. Não tens nome. É inapreciável a facilidade de tudo. Que razão, eu te pergunto, razão tão maior que outra, confere ao sonho este comportamento natural, me faz acolher sem reserva uma porção de episódios cuja singularidade, quando escrevo, me fulminaria? E no entanto, posso crer nos meus olhos, nos meus ouvidos: chegou o belo dia, esse bicho falou. Se o despertar do homem é mais duro, se ele quebra muito bem o encanto, é que o levaram a ter uma raça idéia da explicação; (Sigmund Freud)
A arte foi feita para ser sentida não entendida.(Salvatori Dalí)
terça-feira, agosto 22, 2006
Bem! escrever por vezes torna-se fácil quando temos algo em mente que normalmente extraimos sem esforço nenhum.Nestas condições deparamos com alguma coisa interessante,que é: ficamos completamente envolvidos na nossa história ou qualquer assunto que estivermos a escrever nesse mesmo instante. Mais escrever não é simplesmente pegar num papel e por lá o seu nome ou o nome da sua namorada ou namorado,da família inteira,amigos, vizinhos,os mais odiados, os mais bonitos,...
Bem!!eu considero isso como uma forma de escrever, não fiquem surpreendidos por isso, o que realmente acontece na nossa sociedade na arte de escrever é precisamente fazer algo com que o próprio ser humano se distraia ou aprenda alguma coisa com essa arte e daí a forma de se dizer escreva algo que achas que será melhor para todos ou algo encantador.
Olhem! eu bem não sabia o que escrever porque pensei que iria ser tão difícil,mais foi saindo algo que me fui entusiasmando. Isto por vezes torna-se surpreendente ao notarmos que esta forma de se destinguir em escrever algo ou por o nosso nome no papel(o que o ser humano faz no seu dia-a dia assinando papéis, ou por outra fazendo traços nos testes dos seus alunos-forma de corrigir tais testes-só mesmo os professores, não é!!).
Talvez escrever seja algo completamente diferente para nós seres humanos, digo isto porque cada dia que passa vão surgindo várias pessoas com vontade de escrever algo,os quais considero futuros escritores,bem sabe-se que tudo isto necessita de uma boa habilidade nas idéias e na maneira de se envolver. Falando em escrever, portanto como estamos na época do verão mas que supostamente falta um mês para terminar, como se sabe tudo é imprevisível digo isto porque ainda ha semana passada choveu, portanto como se diz só mesmo no norte de portugal isto acontece em pleno verão, rss....(brincadeira o tempo á realmente imprevisível), o importante é que já regressou ao normal e o céu está novamente limpo e azul,por isso, tudo isto me faz lembrar o poema do "PAULO LEMINSKI" e como gosto também do azul faz me entrar num mundo completamente imaginativo de coisas simples, e de estar ao mesmo tempo envolvido, como numa viagem sem fim de amor,alegria e de outras coisas boas.Olha! aí está o poema e espero que depois de terem lido esta minha forma de escrever e de ao mesmo tempo estar envolvido, irão defacto sentir o que qualquer ser humano sentiria ao se envolver na sua própria escrita, que de certeza irão subir até ao céu completamente azul.
SUBIR ATÉ O A ZUL
Subir até o azul,
descer até o inferno,
são coisas simples
que no fundo, eu quero
Ir, sem ir. Ficar,
passando. Passar assim,
como quem passa,
amando.
A viagem que não fiz
doi dentro de mim
assim como a raiz de
uma àrvore sem fim.


