oromo

domingo, novembro 26, 2006

Os nossos sentimentos são importantes(2ªparte)


Outras mulheres no lugar dela dariam tudo para estar na mesma situação.Tudo o que faziam era discutir,Estavam tão felizes quando a situação finaceira era insegura.
Foi então que o Manuel a percebeu-se de que poderia fazer a mulher feliz.
Lembrou-se de que tinha validado os sentimentos da Rosa quando a situação financeira deles era ainda insegura e que podia fazê-lo de novo,embora agora fossem ricos.
Em vez de se sentir desesperançado,percebeu como a devia apoiar.
Apenas se tinha a fastado porque julgava que o seu dinheiro deveria fazê-la feliz,quando,afinal,a fonte do contentamento dela viera realmente do seu carinho e da sua compreensão.
Independentemente de status,previlégios,ou circunstâncias,uma mulher tem o direito de ficara borrecida e de deixar que a sua onda quebre.
Quando a rosa estava no seu movimento ascendente,podia satisfazer-se com aquilo que tinha.
Mas no seu movimento descendente, ela tornava-se consciente daquilo que lhe faltava.
Quando ela se sentia bem, era capaz de ver e reagir às coisas boas da vida.
Mas quando derepente mergulhava, a sua visão de amor tornava-se nublada e reagia mais à aquilo que lhe falta na sua vida.
Do mesmo modo que uma garrafa de àgua pode ser visto como meio cheio ou meio vazio,quando uma mulher está no seu caminho para cima vê a plenitude na sua vida(...)

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domingo, novembro 12, 2006

Os nossos sentimentos são importantes(1ªparte)


O Manuel e a Rosa estavam casados a 4anos,pois durante esse tempo a Rosa queixava-se da situação financeira deles.De certa forma ambos trabalhavam arduamente e mal tinham dinheiro para a renda da casa.
Pois ela sempre desejou casar-se, e disso ela nunca se arrependeu,mas nunca imaginara que o esforço de duas pessoas seria inútil e que de certo modo tornaria a vida tão difícil.
E esta situação aborrecia a Rosa,que na sua perspectiva eles não tinha muito dinheiro.
Para o Manuel era tão fácil validar os sentimentos negativos dela porque ele os compartilhava.
Pois ele percebeu que lutavam para viver dentro do seu orçamento,ele ouvia e sentia empatia pela dor dela, e resolvia ganhar mais dinheiro para que ela não fosse tão infeliz.
A Rosa sentia que realmente ele se importava com ela.
Mas quando as sua vidas melhoraram financeiramente após tanto esforço,ela continuou aficara borrecida de vez enquando.
O Manuel não podia compreender por que razão a Rosa não se sentia feliz.Pensava que eladeveria sentir-se sempre feliz porque já estavam ricos.
Mas a Rosa sentiu como se ele não se importasse mais com ela.
O Manuel não se apercebeu que o dinheiro não podia evitar que a Rosa ficasse aborrecida.
Quando se casou com a Rosa,sabia que a onda dela quebrava de vez em quando.
Ironicamente quanto mais ricos ficavam mais discutiam.Sempre sucedia quando a onda da Rosa quebrava,a discusão era permanente porque ele invalidava a necessida de que ela tinha de ficar aborrecida.
O Manuel ficou completamente confuso.
Como pode ela queixar-se de ser infeliz?(...)
posted by oromo at 9:10 p.m. 1 comments

domingo, novembro 05, 2006

As nossas distrações exteriores

No entanto,certas sensações conseguem penetrar furtivamente na nossa consciência e que efectivamente distraem-nos nas nossas responsabilidades.
As distrações interrompem aconcentração e exigem muitas vezes um tempo significativo para recuperação com a nossa atenção sobre o trabalho, já sobrecarregada por actividades primárias,secundárias e tarefas de monitorização,seria de esperar que não tivessemos mais atenção para dedicar aqualquer outra coisa.
As provocações súbitas e poderosas,como ador ou um forte estímulo de um ou mais dos cinco sentidos, cativam anossa atenção,por muito breve que seja a interrupção, essas interferências podem ter outros efeitos na nossa rotina diária,como é ocaso da omissão de erros de coordenação ou de sequência.
Só uma mente muito rara consegue permanecer focada no trabalho quando por exemplo,há um choque de carros na rua,do outro lado da janela aberta.
Quem nunca esteve num local de trabalho onde toda gente pára subitamente para perguntar«que barulho foi aquele? ou que cheiro é este? ou ainda viram aquilo?»
Além das súbitas e dramáticas distrações como ruídos fortes,clarões de luz, odores desagradáveis, dores no peito,muitas distrações mais subtis podem minar anossa concentração.

Entre elas contam-se estímulos exteriores insignificantes mas que desviam aconcentração,principalmente quando algo sussurrante, uma luz que pisca
pelo nosso local de trabalho,bem como os pensamentos intromentidos que nos dificultam aconcentração.
Intensas experiências emocionais especialmente as desagradáveis ou perigosas, podem exigir uma tão grande atenção primária que se torna difícil concentrarmo-nos noutras coisas,ao contrário das habituais e agradáveis.
Chega-se aconclusão que a execução mais correcta de uma tarefa de rotina diária,exige coordenação da mente e do corpo.
É preciso que actividade física e actividade mental estejam sincronizadas.
Esta coordenação permite a actividade física de manter um passo praticamente paralelo ao da actividade da mente,que por sua vez,se ocupa da intenção,direcção e controlo de todo processo.
posted by oromo at 8:12 p.m. 2 comments