oromo
domingo, novembro 05, 2006
No entanto,certas sensações conseguem penetrar furtivamente na nossa consciência e que efectivamente distraem-nos nas nossas responsabilidades.
As distrações interrompem aconcentração e exigem muitas vezes um tempo significativo para recuperação com a nossa atenção sobre o trabalho, já sobrecarregada por actividades primárias,secundárias e tarefas de monitorização,seria de esperar que não tivessemos mais atenção para dedicar aqualquer outra coisa.
As provocações súbitas e poderosas,como ador ou um forte estímulo de um ou mais dos cinco sentidos, cativam anossa atenção,por muito breve que seja a interrupção, essas interferências podem ter outros efeitos na nossa rotina diária,como é ocaso da omissão de erros de coordenação ou de sequência.
Só uma mente muito rara consegue permanecer focada no trabalho quando por exemplo,há um choque de carros na rua,do outro lado da janela aberta.
Quem nunca esteve num local de trabalho onde toda gente pára subitamente para perguntar«que barulho foi aquele? ou que cheiro é este? ou ainda viram aquilo?»
Além das súbitas e dramáticas distrações como ruídos fortes,clarões de luz, odores desagradáveis, dores no peito,muitas distrações mais subtis podem minar anossa concentração.
Entre elas contam-se estímulos exteriores insignificantes mas que desviam aconcentração,principalmente quando algo sussurrante, uma luz que pisca
pelo nosso local de trabalho,bem como os pensamentos intromentidos que nos dificultam aconcentração.
Intensas experiências emocionais especialmente as desagradáveis ou perigosas, podem exigir uma tão grande atenção primária que se torna difícil concentrarmo-nos noutras coisas,ao contrário das habituais e agradáveis.
Chega-se aconclusão que a execução mais correcta de uma tarefa de rotina diária,exige coordenação da mente e do corpo.
É preciso que actividade física e actividade mental estejam sincronizadas.
Esta coordenação permite a actividade física de manter um passo praticamente paralelo ao da actividade da mente,que por sua vez,se ocupa da intenção,direcção e controlo de todo processo.

2 Comments:
Não é uma mente focada que ignora um acidente de viação na rua, mas sim um autista. A mente humana foi "concebida" para reagir a estimulos do interior e principalmente do exterior. É dessa permanente reacção e interacção que o ser humano consegue sobreviver num ambiente hostil (mesmo que não seja a selva, mas apenas uma rua qualquer, numa cidade qualquer).
Bjs
Minha querida amiga!Eu não disse que é uma mente focada que ignora,mas sim uma mente rara consegue permanecer focada no trabalho ignorando simplesmente um acidente automóvel,ou outros estímulos exteriores.
Um autista sofre de transtornos que comprometem todo o seu desenvolvimento psiconeurológico, afectando asua comunicação(fala e entendimento)e o convívio social.
Portanto minha amiga são casos completamente diferentes.
E quanto a nossa mente!! ela não foi concebida mais sim é utilizado para descrever as funções superiores do cérebro humano, particularmente aquelas das quais os seres humanos são conscientes, tais como o pensamento, a razão, a memória, a inteligência e a emoção,e pode também descreve a personalidade.E se fosse concebida seriamos uns autênticos rôbos..
Este é o meu ponto de vista...
bjs.
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