oromo

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Alógica da confiança(3ªparte)


A final de contas que tipo de relacionamento existe entre nós ou todos os que podemos chamar relacionamentos de amor,amizade,entre o sexo oposto,entre o amado e a amante,entre o marido e a esposa,seja como for.
Como podemos ousar destruir este conceito que o outro faz de si mesmo,lembre-se que esse conceito é a sua identidade,e o seu ego,dessa maneira que ele se conhece a si mesmo.
Portanto se alguém quiser lhe retirar,ele deixará de se conhecer,é muito arriscado,ele não pode deixar cair esse conceito tão facilmente.
Porque provar-lhe-á que ele não é digno de ser amado,que ele só, é digno de ser odiado.
De outro modo esta sociedade consegue destruir-lhe as suas raizes,a sua confiança em sipróprio.
E quando tal acontece,nunca mas será capaz de confiar em ninguém.
Uma vez que é incapaz de amar a si próprio,nunca mais será capaz de amar alguém.Essa é a verdade absoluta,sem quaisquer excepções.Uma pessoa que se ame a si próprio,mais cedo ou mais tarde começará a transbordar de amor.Uma pessoa que confie em si própria não pode desconfiar de ninguém,nem mesmo daqueles que já a enganaram.Sim,essa pessoa nem sequer poderá desconfiar deles,porque agora ela sabe que a confiança é de longe mais valiosa do que qualquer outra coisa.


conclusão: Alógica da confiança parte-se do princípio que só poderá amar os outros se for capaz de se amar a si próprio.Contudo, a nossa sociedade condena o amor por si próprio,diz que é egoísmo,diz que é narcisismo.É verdade que o amor por si próprio se pode tornar narcisista,mas não necessariamente.Poderá tornar-se narcisista se nunca ultrapassar a si mesmo,poderá tornar se numa espécie de egoísmo se ficar confinado a si próprio.Caso contrário,o amor por si próprio é o começo de todos os outros amores.

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domingo, janeiro 07, 2007

A lógica da confiança(2ªparte)

Ao olharmos profundamente pela lógica da confiança,conclui-se que mais cedo ou mais tarde,chegamos a conhece-la e que por outros meios somos tentados a confiar no desconhecido.A questão que colocamos à nossa própria consciência é:Será que podemos amar a uma pessoa que se detesta a si própria.
Existe um ditado que diz:«Se não formos por nós mesmos,quem irá ser por nós»Mas também existe outro que diz:«Se formos unicamente por nós mesmos,então que significado poderá algum dia ter a nossa vida?».
Extremamente significativa esta a firmação não é?
Por isso voltamo-nos a lembrar que:amemos a nós mesmos,porque,se não amarmos a nós mesmos,nunca ninguem será capaz de nos amar.Neste planeta terra e cheio de desgraça,insatisfação,injustiças,luxúrias e até desgostos psicológicos,quase toda gente se detesta a si próprio,toda gente se condena si próprio.
Como um ser humano amará o outro ser que se detesta a si próprio?Será que esse ser humano não a credita em si próprio,terá ele alguma razão,ou um passado que lhe afecta tanto.
Este ser humano não se pode amar a si próprio,o que se diz hoje em dia ter amor próprio.
Como nos atrevemos?
Essa pessoa não se ama si prórpio,e como podemos nós ama-la?
De certeza que ela suspeitará que de facto se trata de uma brincadeira de mão gosto,uma ratueira,pois ela não quer ser apanhada,e muito menos ser vítima.Suspeitará também que alguém tenta enganar em nome do amor.
Pois ela será muito cautelosa,vigilante, e que de certa forma a sua suspeita envenenará o seu ser.
Quando esse alguém tenta amar essa pessoa que se detesta a si mesmo,está a tentar destruir o conceito que ela mesmo faz de si própria.
Portanto ninguém deixa cair facilmente esseconceito que faz de si mesmo,esse conceito é a sua identidade.
E se nós enfrentarmos,provar-lhe-emos que ela tem absoluta razão e nós não(...)
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