A lógica da confiança(2ªparte)
Ao olharmos profundamente pela lógica da confiança,conclui-se que mais cedo ou mais tarde,chegamos a conhece-la e que por outros meios somos tentados a confiar no desconhecido.A questão que colocamos à nossa própria consciência é:Será que podemos amar a uma pessoa que se detesta a si própria.
Existe um ditado que diz:«Se não formos por nós mesmos,quem irá ser por nós»Mas também existe outro que diz:«Se formos unicamente por nós mesmos,então que significado poderá algum dia ter a nossa vida?».
Extremamente significativa esta a firmação não é?
Por isso voltamo-nos a lembrar que:amemos a nós mesmos,porque,se não amarmos a nós mesmos,nunca ninguem será capaz de nos amar.Neste planeta terra e cheio de desgraça,insatisfação,injustiças,luxúrias e até desgostos psicológicos,quase toda gente se detesta a si próprio,toda gente se condena si próprio.
Como um ser humano amará o outro ser que se detesta a si próprio?Será que esse ser humano não a credita em si próprio,terá ele alguma razão,ou um passado que lhe afecta tanto.
Este ser humano não se pode amar a si próprio,o que se diz hoje em dia ter amor próprio.
Como nos atrevemos?
Essa pessoa não se ama si prórpio,e como podemos nós ama-la?
De certeza que ela suspeitará que de facto se trata de uma brincadeira de mão gosto,uma ratueira,pois ela não quer ser apanhada,e muito menos ser vítima.Suspeitará também que alguém tenta enganar em nome do amor.
Pois ela será muito cautelosa,vigilante, e que de certa forma a sua suspeita envenenará o seu ser.
Quando esse alguém tenta amar essa pessoa que se detesta a si mesmo,está a tentar destruir o conceito que ela mesmo faz de si própria.
Portanto ninguém deixa cair facilmente esseconceito que faz de si mesmo,esse conceito é a sua identidade.
E se nós enfrentarmos,provar-lhe-emos que ela tem absoluta razão e nós não(...)
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